“Se o clima fosse um banco, ele seria salvo”

Egrégora pelo Clima e boas decisões


Prezados amigos,

peço sua atenção para este pedido de egrégora pelo Clima e boas decisões…

Entre 7 e 18 de Dez. 2009 ocorrerá em Copenhague a Conferência da ONU para questões climáticas, assunto de urgência para a humanidade.

O Terreiro do Caboclo Pena Azul, de Itanhaém, propõe a todos os umbandistas que se mobilizem em uma só egrégora, em suas giras e trabalhos durante este período, com o objetivo de ajudarem os governantes a que assumam atitudes responsáveis e respeitosas ao Meio Ambiente e futuro da nossa Terra.

Leiam abaixo a transcrição de um artigode Naomi Klein publicado no The New York Times (na íntegra)

Vejam só como é importante e interessa a todos nós:

“A conferência climática da ONU será realizada em Copenhague, de 7 a 18 de dezembro, e pessoas no mundo inteiro estão prontas para lutar. Uma imensa variedade de grupos e táticas disponíveis se junta em um movimento que convergirá em Copenhague.

Esse movimento trata de um único tema – a mudança climática – mas tece uma narrativa coerente sobre sua causa e soluções, que incorpora praticamente todos os problemas do planeta. Nessa narrativa, nosso clima está mudando não só por causa da poluição, mas também por causa da lógica por trás do capitalismo, que valoriza o lucro em curto prazo e o crescimento perpétuo acima de tudo.

Nossos governos nos farão crer que a mesma lógica pode ser usada para resolver a crise climática – criando uma mercadoria de troca chamada “carbono” e transformando as florestas e as terras agrícolas em “áreas de sequestro de carbono” que supostamente compensarão por nossas emissões descontroladas.

Ativistas pela justiça climática em Copenhague argumentarão que, longe de resolver a crise climática, o comércio de carbono representa uma privatização sem precedentes da atmosfera, e que essas compensações e áreas de sequestro ameaçam se tornar uma corrida por recursos com proporções colonialistas.

Não só essas “soluções baseadas no mercado” não serão capazes de resolver a crise climática como também acentuarão de forma dramática a pobreza e a desigualdade – porque os mais pobres e os mais vulneráveis são as principais vítimas da mudança climática e os principais ratos de laboratório para esses esquemas de comércio de emissões.

Mas os ativistas em Copenhague não dirão simplesmente não a isso tudo. Eles apresentarão soluções que reduzem as emissões e ao mesmo tempo diminuem a desigualdade. Diferente das reuniões anteriores, em que as alternativas pareciam apenas considerações, em Copenhague, elas ganharão o palco principal.

Algumas das soluções ofertadas pelo campo dos ativistas são as mesmas que o movimento de justiça global defende há anos: agricultura local e sustentável; projetos de energia menores e descentralizados; respeito pelos direitos dos indígenas às terras; deixar os combustíveis fósseis sob a terra; afrouxar a proteção das propriedades intelectuais sobre as tecnologias sustentáveis; e pagar por essas transformações por meio de impostos sobre transações financeiras e cancelamento de dívidas externas.

Algumas soluções são novas, como a demanda crescente de que os países ricos paguem reparações de “dívida climática” para os pobres. Esses são pedidos audaciosos, mas todos já vimos o tipo de recursos que nossos governos podem disponibilizar para salvar as elites. Como diz um slogan pré-Copenhague: “Se o clima fosse um banco, ele seria salvo” – e não abandonado à brutalidade do mercado. “

Vamos meditar, nesses dias, sobre a narrativa de Copenhague. Pode estar em jogo o chão de pisar, o ar de respirar, a chuva de refrescar. E depois girar para que os ilás dos caboclos possam alcançar outros corações e mentes com o engorossi de Oxalá (em tradução de Altair T’Ogum), a nos ajudar ver-conhecer que somos cocriadores de nosso destino:

Oní sé a àwúre a nlá jé _ senhor que faz com que tenhamos boa sorte (Confiamos na vida)
Oní sé a àwúre ó bèrì omon _ E com que sejamos grandes (Somos Grandes!)
Oní sé a àwúre _ Senhor que nos dá o encantamento da boa sorte (Nos encantamos!)
A nlá jé Bàbá _Cumprimenta os filhos (somos cumprimentados pelo Criador!)
Oní sé a àwúre ó bèrì omon _ Pai Senhor que nos dá boa sorte e nos torna grande (Amamos!)

Alice, vamos pedir a outros grupos que nesse período coloquem Copenhague em suas agendas.

Dan Moche Schneider

Amados Irmãos,

acima um texto enviado por nossa irmã Alice Branco e que devemos ler com muita atenção e repassar a todos nossos irmãos, a Umbanda sem a natureza não existe, pois entendemos que os Orixás são forças ativas da Natureza, é a morada dos Orixás, o pensamento positivo nestes dias é o mesmo que pensar por nossos Guias e Orixás, é fazer a nossa parte como Umbandista.

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Eu tento fazer a minha parte para poder divulgar a minha Religião.
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