As Cores e Seu Significado

A interpretação das cores é o ponto mais delicado da aprendizagem da leitura de auras. Na verdade, se a leitura for bem feita, pode revelar-se de extrema utilidade, mas, como todo instrumento de precisão, é uma faca de dois gumes. A falta de rigor, de verificação, uma precipitação na leitura… e sua interpretação pode revelar-se devastadora pelas noções que dela se poderão inferir mais tarde.

As cores são visíveis com mais freqüência na aura astral e o fato de se constatar, por exemplo, certa qualidade de vermelho numa pessoa encolerizada não significa que seu futuro esteja determinado.
Essa cor pode muito bem desaparecer a partir do momento em que a cólera estiver apaziguada. Existem, ao contrário, cores básicas que só vão mudar ao longo dos anos e da evolução interior.

Estas são mais estáveis e se apresentam no conjunto da aura. Elas determinarão as tendências e as aptidões, os maiores defeitos e as qualidades intrínsecas de quem está diante de nós. As cores são, assim, o espelho de nossos sentimentos provisórios, ou profundamente ancorados em nós.

Edgar Cayce, conhecido médium do século XIX, tratava e via as auras tanto quanto as vidas anteriores de seus pacientes. Ele pensava que todos, ou quase todos, podiam percebê-las, assim como suas cores, mas, desconhecendo essa possibilidade e ignorando inclusive sua existência, não podiam dar-s e conta disso. Para mim, isso me parece muito apropriado; basta ouvir certas expressões populares para nos assegurarmos disso: amarelo de medo, vermelho de raiva, uma cólera negra (com traços de ódio), rubro de prazer etc.

A maioria dos grandes místicos e das escolas de iniciação falam de sete raios correspondentes a sete energias criadoras, a sete qualidades primordiais que residem em todo ser vivente, humano ou animal.

A cada um desses raios corresponde uma cor do espectro solar que denota um tipo preciso de temperamento, seja no plano físico, seja no psíquico. É mais ou menos a nossa nota de base que determinará nossas capacidades, nossas fraquezas, nossas possibilidades de relações com os outros e com nós mesmos. A vibração de uma pessoa dependerá dessa sua nota e da cor a ela correspondente.

Poderíamos também comparar isso a uma cédula de identidade sutil de cada um de nós sobre a terra…

Eis um quadro que deve permitir a você compreender melhor o que acabo de referir:

QUALIDADE

COR

PEDRA

1º raio: poder, vontade

Vermelho

Diamante

2º raio: amor, sabedoria

Azul

Safira

3º raio: inteligência criativa

Amarelo

Esmeralda

4º raio: harmonia entre todos

Laranja

Jaspe

5º raio: ciência, conhecimento

Verde

Topázio

6º raio: devoção, idealismo

Violeta

Rubi

7º raio: magia cerimonial

Índigo

Ametista

As cores percebidas por ocasião de uma leitura de auras não são aquelas dos raios que acabamos de mencionar. As que vemos habitualmente são produzidas pelos nossos sentimentos, pelos nossos pensamentos e emoções, e é a elas que vamos nos ater. A interpretação das cores deve ser bastante matizada, pois cada uma delas comporta um número incalculável de tons que constituem indícios que não se deve negligenciar.

Infelizmente não é possível apresentar aqui o significado de cada nuance; veremos, entretanto, as cores mais freqüentes e seus principais significados.

AS CORES

Elas são essencialmente uma qualidade específica da aura astral.

Com exceção da tonalidade de base que afeta cada irradiação emocional e que sugere o temperamento inicial de uma pessoa, estão em constante evolução e circulam por toda a superfície desse invólucro.

Elas criam, às vezes, turbilhões, volutas, nuvens que estacionam, seja sobre um órgão, seja no contorno da cabeça, indicando assim estados de alma ou de saúde mais ou menos passageiros. As indicações que fazemos sobre as cores apresentadas a seguir não são de modo algum exaustivas. Na verdade, cada uma delas propõe um campo de investigação considerável em virtude da infinidade de nuances de que se pode revestir. Essa a razão por que é preciso sempre evitar dizer:

“Tal tonalidade significa tal coisa”. Querer simplificar ao extremo resultará, às vezes, em contra-sensos. É preciso assinalar também a inexistência de cores “negativas” em si mesmas. Cada uma revela qualidades e os defeitos dessas qualidades. Assim, tudo vai depender da nuance de uma tonalidade e do seu estado de limpidez.


(Clique abaixo e conheça as cores de cada uma)

O VERMELHO

O AZUL

O AMARELO

O VERDE

O LARANJA

O ROSA

O CINZA

O PRETO

O BRANCO




Retirado do Livro: LEITURA DE AURAS E TRATAMENTOS ESSÊNIOS – ANNE MEUROIS GIVAUDAN


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