O CINZA

 

No conjunto da concha áurica, essa cor geralmente vem como acréscimo em relação às outras. Sua presença sob a forma de véu sobre determinada cor tende simplesmente a torná-la menos límpida, diminuindo-lhe assim as características. De um ponto de vista global, o cinza é a marca deixada em um organismo pela fadiga, pela doen­ça ou pela decepção. Evidentemente ele pode restringir-se a atingir apenas uma parte determinada das forças áuricas, assim como locali­zar-se nas proximidades de um único órgão.

 

Uma grande tristeza deixará, entretanto, uma corrente cinzenta propagar-se pelas três primeiras auras. É preciso saber discernir o aparecimento de faixas cinza-escuro em meio a essa luz, já sombria por si mesma, pois elas vão assinalar um início de depressão nervosa caso essa tonalidade permaneça por muito tempo na concha áurica. A presença do cinza é, em geral, passageira quando se trata de uma simples fadiga ou de uma decepção.

 




Retirado do Livro: LEITURA DE AURAS E TRATAMENTOS ESSÊNIOS – ANNE MEUROIS GIVAUDAN


AURAS
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