O AMARELO

Comecemos pela mais bela manifestação dessa tonalidade: o amarelo-açafrão. Quando essa cor está bem desenvolvida, sua pre­sença não se limita normalmente ao invólucro astral, mas inunda a maioria dos corpos. Revela sempre uma espiritualidade muito gran­de. Não se trata aqui de uma espiritualidade que qualificaríamos de etérea, mas, ao contrário, de um ideal luminoso que encontra seu equilíbrio e sua concretização em meio aos tumultos deste mundo. O amarelo-açafrão é a marca daqueles que, tendo assimilado auten­ticamente seus conhecimentos espirituais, irradiam-nos como forma de sabedoria.

O amarelo-limão veicula um significado muito diferente. Revela sempre a predominância da razão quando ocupa principalmente a aura emocional, e uma forte atividade intelectual impregna com in­tensidade a radiância mental. Quanto mais esse amarelo for ácido, tanto mais revelará a importância da atividade cerebral, a ponto de, se manchado de vermelho desmaiado, dar lugar a idéias fixas.

A presença de um amarelo pálido na zona astral indicará uma vontade titubeante, que pode chegar a uma tolerância excessiva. Denota também uma certa forma de indecisão pela falta de confian­ça em si mesmo. Quando chamas cor de ferrugem vêm misturar-se a ele, é sinal de um espírito excessivamente oportunista, chegando, por vezes, à vilania.

Poluído por massas marrom-claras e verde-cáqui, esse amarelo des­maiado revela um estado de ser totalmente voltado para o materialis­mo. A presença crescente do verde-cáqui na aura astral reflete a bai­xeza das preocupações e também um certo egocentrismo. Se esse amarelo vier a ser percorrido por nervuras cinza-escuro e ferrugem, a alma que o emite será, infelizmente, pouco digna de confiança; ela dará provas de extrema versatilidade e sua aparente diplomacia po­derá esconder uma tendência à mentira.

Para concluir, você perceberá facilmente que qualquer aura emi­te, geralmente na região da cabeça, uma nuvem luminosa de um amarelo médio. É a simples manifestação da atividade cerebral. Uma experiência absolutamente curiosa consiste em poder contemplar a aura de um ser absorto na preparação para um exame. Constata-se então que essa mesma nuvem amarela toma proporções extraordi­nárias e que se torna extremamente viva pelo espargimento, em todos os sentidos, de pequenas centelhas brancas ou de um amarelo vivo. Trata-se da superatividade da aura mental que, assim “expandida”, pode tomar difícil a leitura dos outros invólucros. É na superfície da aura mental que as formas-pensamento se concretizam.




Retirado do Livro: LEITURA DE AURAS E TRATAMENTOS ESSÊNIOS – ANNE MEUROIS GIVAUDAN


AURAS
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