O vermelho

De todas as cores, o vermelho é, provavelmente a cor que pode prestar-se mais facilmente a interpretações incorretas.

De um modo geral, o vermelho vivo é sinal de dinamismo. Ele é encontrado freqüentemente disposto em zonas vaporosas ou em faixas largas em torno da cabeça. É preciso não confundir esse Dinamismo de temperamento com aquele ligado à força física, o qual se manifesta por meio da mesma cor, mas situada ao longo dos mem­bros e do tronco em feixes regulares que parecem escapar deles. Esse vermelho vivo adquire uma outra significação caso seja predo­minante no conjunto da aura astral sob forma de nuvens envolvendo todo o corpo. Nesse caso, é sinal de uma personalidade exuberante, a ponto de poder se esgotar sem conseguir canalizar sua energia; uma personalidade que pode, também, com suas “mudanças brus­cas de humor”, indispor os que a cercam, sobretudo se a tonalidade apresentar feixes desiguais na região do crânio. Forma-se, às vezes, em direção ao exterior do invólucro emocional, uma miríade de centelhas de um vermelho muito vivo. Essa nuance é sinal de ansieda­de. Se o mesmo fenômeno, entretanto, se produzir pondo em evi­dência um vermelho muito mais fraco, mais rosado, você terá aí um indício do nervosismo da pessoa que está atendendo.

Um vermelho carmim, sempre vivo, porém mais escuro que o primeiro vermelho a que nos referimos, revela capacidades de co­mando — latentes, se sob a forma de brumas na parte superior do corpo; já em ação, se sob a forma de verdadeiros raios luminosos. Uma superabundância desse vermelho na aura astral denota, pode-se bem imaginar, uma autoridade abusiva e, caso alguns leves traços cinza venham a se misturar a ele, uma autoridade despótica.

Um vermelho bem escuro, presente principalmente na fronte e de cada lado da nuca, põe em evidência, em todos os casos, a cólera… evidenciando impulsos de violência quando os mesmos traços cinza vêm se juntar a ele. É impressionante notar como a própria irradia­ção etérica acaba sendo afetada, diminuída às vezes, numa zona bem determinada do corpo. Assim, um excesso de cólera pode criar uma verdadeira brecha na aura etérica, resultando em fuga de energia capaz de provocar uma perturbação física.

A presença do vermelho-tijolo ou vermelho ferrugem na radiância astral só se manifesta num ser avaro ou egoísta. Às vezes, quando esse traço de caráter está profundamente enraizado, uma luminosidade semelhante se estende até a zona mental.

Um vermelho escuro pode denotar grande sensualidade.

Um vermelho com leves nuances de preto assinala uma tendência ao orgulho, à avareza.

Devemos dar uma atenção toda especial ao vermelho que tende profundamente para o castanho.

Quando presente num órgão ou numa parte do corpo revela a formação de um câncer. Dado que uma doença aparece num dos planos sutis antes de se concretizar no orga­nismo físico, é de capital importância localizar com precisão o nível de manifestação dessa mancha. É exatamente nesses casos que a ação preventiva da leitura da aura pode ser decisiva. A prática per­mite perceber, por exemplo, que existem cânceres que nascem no plano mental. A aura desse corpo apresentará então uma irradiação vermelha tendente ao castanho numa região determinada. Suponhamos que seja a do fígado, ou antes de seu correspondente em ener­gia, pois não existe fígado mental; a irradiação desloca-se, ao longo de meses ou de anos, até a aura vital, atingindo depois o corpo físico. O processo pode ser interrompido se uma mudança na atitude inte­rior barrar sua evolução. O esquema é análogo para a maioria das doenças.

No que se refere ao câncer, é preciso que se diga que são raros os que têm suas raízes na aura causal. Isso nos leva a concluir que, na verdade, há poucos casos de origem kármica e que a maioria deles se desenvolve em conseqüência de uma ruptura da harmonia men­tal, emocional ou simplesmente etérica na vida presente do indivíduo.

É inútil dizer que é preciso manter-se vigilante ao extremo no que se refere à justeza de avaliação e de detecção dessas manchas de um vermelho acastanhado. Essa atitude é tanto mais justificável se considerarmos que uma zona luminosa vermelho carmim, situada com precisão sobre um órgão, assinala simplesmente uma infecção e que um vermelho rosado é indício de ulceração.

Acompanhado de faixas verdes, um vermelho vivo põe em evidên­cia um desejo de contatos construtivos com os outros é a vontade de ir direto ao objetivo, sem ficar dando voltas. Quanto ao vermelho esmaecido, próximo do rosa, ao aparecer misturado a “flocos” amare­lo-claros, indica a necessidade de atrair e de agradar. Percorrida por riscas de um vermelho muito vivo, essa tonalidade expressa orgulho.

Embora o conjunto das observações relativas à cor vermelha deixe uma impressão geral um tanto negativa, não há por que concluir que se deva eliminá-la de uma aura. Bem dirigido, purificado, o dinamis­mo veiculado por essa vibração é indispensável num ser equilibrado.




Retirado do Livro: LEITURA DE AURAS E TRATAMENTOS ESSÊNIOS – ANNE MEUROIS GIVAUDAN


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