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Fátima Damas

Quem se detém a estudar às obras espíritas, sejam Kardecistas ou umbandistas, conclui que a totalidade dos autores afirma, categoricamente, que os médiuns completamente inconscientes são casos raros, raríssimos, sendo que muitos defendem a mediunidade consciente como perfeitamente cabível nos trabalhos de Umbanda e outros (como Matta e Silva, por exemplo), não admitem o médium consciente total, exigindo, para uma incorporação autêntica, a semi-inconsciência, onde o aparelho fica como que aturdido e sem forças para intervir naquilo que a Entidade está querendo dizer.

O fato é que este ponto é um problema muito delicado para a prática da mediunidade, pois, só com muita experiência, conseguimos fazer com que o nosso psiquismo não interfira no trabalho dos guias e protetores, principalmente quando o médium está lidando com pessoas de suas relações mais chegadas, ou com parentes seus. Tirar a cabeça do médium dos trabalhos do Guia é, justamente, uma das coisas mais difíceis de se conseguir, quando se é novato, pois sempre acarreta dúvidas e preocupações, mormente naqueles que receiam o fantasma da mistificação.

O mais engraçado é que pouquíssimos têm a coragem e a decência de se confessarem conscientes ou, pelo menos, semi-inconscientes querendo todos passar por médiuns mecânicos ou inconscientes totais, o que a meu ver, já é uma prova de deslealdade incompatível com o verdadeiro sacerdócio da missão mediúnica, na sua acepção mais profunda. Eu mesmo, quando comecei na Umbanda, mantive a idéia, plenamente enraizada, de que mediunidade era sinônimo de “inconsciência” na hora do transe mediúnico.

Quando comecei a sentir as primeiras vibrações de aproximação das Entidades, entrei em verdadeiro ESTADO DE PÂNICO, simplesmente porque, comigo, não estava acontecendo, aquilo que todos em minha volta afirmavam: que eram médiuns inconscientes.

Mas não há mal que não traga um bem. Comecei a desconfiar que TODOS não fossem tão inconscientes assim, quando, em mim, a consciência estava bem presente e firme.

Só havia um recurso: estudar o assunto.

Foi o que fiz, com vagar, com persistência e paciência.

Hoje, com uma apreciável bibliografia à minha disposição, posso afirmar COM AUTORIDADE, “que todos aqueles que se diziam “inconscientes totais” estavam “mentindo”, não sei com que intuito. A mediunidade mecânica, inconsciente, em que o aparelho ficam como se estivesse em sono profundo é extremamente raro no mundo inteiro, contando-se nos dedos aqueles que, verdadeiramente, o são.

Na verdade, o que se passa no chamado “desenvolvimento” (palavra inadequada) é que as Entidades “tomam o médium” em três fases distintas, a saber:

1º) – Domínio das faculdades sensoriais;
2º) – Domínio das faculdades motoras;
3º) – Domínio das faculdades psíquicas.

As primeiras manifestações são sensoriais, isto é, o médium começa sentindo “algo de estranho”, mãos geladas, braços e pernas dormentes, frio na espinha, na cabeça, na boca do estômago, etc. É a atuação das Entidades sobre os plexos nervosos, como primeiro sinal de sua aproximação.

Em seguida, as Entidades passam a dominar as “faculdades motoras” e o médium sente impossibilidade de desfazer certos gestos e atitudes que ele tomou SEM SABER PORQUE, mas que não “tem forças” para impedir. Quando um Caboclo DE VERDADE prende o braço esquerdo do médium nas suas costas, imóvel, horas e horas, ou quando um preto velho verga as pernas do médium, este não sabe porque, mas obedece, embora esteja “consciente” de que está fazendo aquele gesto ou tomando aquela atitude.

São as suas faculdades motoras que, secundando as manifestações sensoriais estão sendo “tomadas” CADA VEZ MAIS PELA Entidade, à medida que o seu organismo se prepara para a missão mediúnica.

A última faculdade a se entregar ao domínio dos Guias e protetores é, justamente, o psiquismo do médium, a sua consciência, a sua “guarda” para tudo de estranho que está acontecendo com ele. Quanto mais culto o aparelho, maior a sua resistência a entrega do seu psiquismo atuação das Entidades de incorporação.

Em primeiro lugar, vem o natural e louvável auto-policiamento do médium que, quanto mais bem intencionado estiver, mais receoso ficará de estar sendo tomado por sugestões neuro-anímicas motivadas pelo ambiente dos terreiros. Quanto mais ele se auto-policia, mais o seu psiquismo interfere, fazendo com que a Entidade que se aproxima só consiga tomar 20% ou 30% da sua vontade. É por isso que todo médium, seja qual for, começa muito anímico, com 10%, 20% ou 30% de incorporação ,e conseqüentemente, com 90%, 80% ou 70% de interferência do seu próprio “eu” nos trabalhos do Guia. Só com o tempo (muito tempo), à medida que o médium vai tomando ciência do “sucesso” dos trabalhos do seu Guia, é que as suas resistências psíquicas vão se quebrando e ele começa, então, a progredir na escala de incorporação, muito temo ainda, com 40% ou 50% do seu psiquismo “Fora do ar”” Os grandes estudiosos do assunto consideram 50% uma “boa incorporação”, o que nos leva a concluir que a coisa é muito seria mesmo. De 50% para cima o médium vai se apagando numa espécie de “aturdimento” crescente com a porcentagem de incorporação conseguida, isto é, de domínio da Entidade sobre o seu psiquismo. Os grandes médiuns, que trabalham com ótimos Guias e dão boa passividade, ficam na faixa dos 70%, chegando, às vezes, aos 80%. Jamais passam de 80%.

Muita Paz.

Fátima Damas

CONGREGAÇÃO ESPÍRITA UMBANDISTA DO BRASIL -CEUB

O texto acima foi enviado ao Grupo Povo de Aruanda no dia 05 de Abril pela irmã Renata.

Artigo de Áttila Nunes do Jornal Gazeta de Noticias

ÁTTILA NUNES

Já vi muita bobagem, muita tolice, já assisti coisas na televisão que até hoje fizeram estremecer pelo total non sense, dos participantes. Indivíduos despreparados, cidadãos sem a mínima base e conhecimento da religião de Umbanda no seu aspecto doutrinário e cientifico, pessoas, enfim, sem traquejo para o dialogo, sem preparo mental e psicológico para o debate, sem a mínima pratica de falar em publico e até mesmo sem a cultura que se faz necessária para as dissertações ou para responder os entrevistadores da TV, têm comparecido a alguns programas e as tolices que proferem só têm contribuído para o demérito da nossa Religião.

MINHA decepção (e a de milhares de irmãos umbandistas) é total quando vejo um presidente de uma entidade federativa ou um chefe de Tenda (programa O Homem do Sapato Branco, caso Isaltina etc.), gaguejar, titubear, e finalmente ser derrotado num debate ao qual não deveria ter comparecido jamais. Sinto-me triste, fico desanimado quando vejo um babalaô com seus filhos se exibindo na televisão (ou nos campos de futebol), dançando para uma platéia de leigos, desmoralizando a Umbanda (ou o Candomblé) com a amostragem de aluás, de “incorporações”, com demonstrações (na TV) dos nossos rituais, com tudo aquilo que jamais deveria ser exposto em publico, isto é, fora de nossos Templos, dos nossos Terreiros.

REGISTRO, ainda – com profunda tristeza – a inconsciência de alguns companheiros que, com suas exibições na TV, acarretam males terríveis à nossa Umbanda. Muito sofremos. Muitas vitórias conquistadas pela nossa Umbanda ao longo desses últimos 20 anos, têm-se diluído, vêm se transformando em derrotas com as exposições de vaidade de certos malungos, com o exibicionismo de alguns irmãos nossos, com a mania de determinados cavalheiros (desejosos de fazerem seu cartaz a qualquer preço) de se projetarem, de se fazerem notados, de criarem uma popularidade a toque de caixa. Por tudo isso, jamais darei meu apoio a sonhos mirabolantes, jamais concordarei com exibições na televisão e combaterei, até o ultimo instante da minha vida, os desfiles nos palcos ou nos estádios de esporte.

NÃO SOU radical no meu ponto de vista, contrário a exteriorização de nossos rituais. Não chego ao ponto de achar que devemos nos aprisionar em nossos abassás. Reconheço que não podemos ficar adstritos exclusivamente ao recesso de nossos Terreiros. Não somos prisioneiros, não somos fanáticos, pesamos na balança do bom senso os nossos atos, as nossas ações. Nossos bacuros, nossos trabalhadores, não vivem manietados, não são escravos. Não impomos em nossa religião os rigores que são impostos aos frades, às freiras, aos pastores, aos batistas, aos budistas etc. Ao contrário somos livres, praticamos o culto dentro de normas bastante liberais e até mesmo mais evoluídas do que a de outros cultos, de outras crenças.

SOU inteiramente favorável (e venho estimulando há 20 anos) as reuniões nas praias no dia 31 de dezembro, acho imprescindível as peregrinações às matas (macaias), preconizo constantemente, a necessidade de seguirmos os nossos preceitos com rigor, devemos manter os velhos hábitos, devemos fazer as nossas obrigações, nossos assentamentos, devemos ir à cachoeira, à praia e até mesmo (quando necessário) devemos ir a Calunga Pequena (cemitério), ao Cruzeiro das Almas, à calunga Grande (mar). Devemos salvar Olukum, Aloxum, Dandalunda, Inae Mabo, Yemanjá, Janaina, as Iaras etc. Devemos entregas nossos padês, nossos ebós, nossas oferendas, nossas “mesas”, nossos “barcos”, em suma, devemos continuar umbandistas como foram nossos pais e nossos avós. É nosso dever mostrar nossa convicção mantendo nossas tradições e tudo aquilo que herdamos dos nossos antepassados.

SOU totalmente favorável ao exposto nas linhas acima, já que no seu cumprimento sincero de nossas obrigações – não há o mínimo resquício de vaidade, não há exibição nessas atividades, nesses preceitos que fazemos fora de nossos Terreiros.

W.W. da Matta e Silva, o renomado escritor umbandista, o autor de numerosas obras dentre as quais destaco Doutrina Secreta de Umbanda, compareceu a televisão. Sua presença no grande programa de J. Silvestre, Show Sem Limite marcou mais uma vitória para a nossa Umbanda. Valorizou a nossa crença, revigorou a nossa crença, revigorou as nossas convicções, reforçou as bases do grande Templo umbandista, representado por cerca de 80.000 tendas espalhadas em todo país. MATTA E SILVA enfrentou as câmeras da TV Rio com dignidade, com respeito, com energia, com profundo conhecimento de causa, com o destemor dos guerreiros indômitos. Ressaltou o pode da crença Umbandista. Reafirmou sua fé, não titubeou, não gaguejou, argumentou com firmeza, com consciência, em linguagem simples e, ao mesmo tempo, erudita. Fez-se compreender pelos leigos, pelos irmãos de fé e por todos aqueles que tiveram a felicidade de vê-lo e ouvi-lo no famoso Show Sem Limite.

ESTOU quase certo que insigne escritor e Tatwa W.W. Matta e Silva está de acordo com os meus pontos de vistas no que tange as exibições de Terreiros nos palcos ou nos estádios esportivos. O querido mestre Matta e Silva (que é rigoroso em suas apreciações sobre a pratica do umbandismo) é sem duvida, uma das vozes mais autorizadas, é um arauto do bom senso, e um malungo, a quem devemos prestar a nossa homenagem e, sobretudo, devemos respeitar (mesmo que às vezes discordemos de um ou outro ponto) a sua pregação que sabemos sincera. Nosso dever é ouvi-lo atentamente, devemos ler seus livros com a certeza de estarmos ouvindo a voz de um mestre. Devemos nos curvar respeitosamente diante de sua cultura, dos seus profundos conhecimentos da Umbanda como religião, como filosofia e como ciência.

HOMENS como W.W. Matta e Silva, João de Freitas, Henrique Landi Jr, Cavalcanti Bandeira, Pena Ribas, Mauro Rego Porto e João Guimarães deveriam ser convocados, de vez em quando, para nos proporcionar aula de umbandismo, para fazerem pregações de alto nível como a que ouvimos segunda-feira ultima na TV Rio. Os depoimentos as considerações, as explicações que esses autênticos lideres podem nos fornecer diante das câmeras e microfones, viriam desfazer a má impressão deixada por alguns cidadãos que tanto diminuíram a Umbanda quando de suas aparições no horrível programa O Homem do Sapato Branco e nos entreveros sobre o “affaire” Isaltina e seu parceiro Sebastião Pedra d’Água (Bolha d’Água como disse nosso irmão Aranha).

As grandes vozes têm que ser ouvidas. Lutemos contra a palhaçada, contra a bisonhice, contra os vaidosos, contra os exibicionistas. Ergamos uma muralha invencível contra os destruidores da Umbanda! Utilizemos o poder dos nossos Guias, usemos as nossas forças espirituais para deter a onda de insensatez que ameaça a nossa Religião. Não podemos manter posição contemplativa diante das tolices arquitetadas pelos vaidosos, pelos fariseus, pelos “profiteurs” da ingenuidade de alguns que se aliam a tudo sem medir consequências. Acima de tudo, a nossa gloriosa Umbanda;

ACIMA DE TUDO A DIGNIDADE DA NOSSA CRENÇA, DOS NOSSOS IRMÃOS, DE TANTOS QUE DÃO TUDO DE SI PELO BEM DE TODOS!

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ALUÁS – Bebida de origem indígena, feita com fermentação de grãos de milho moídos
ABASSÁS – Terreiros
BACUROS – Filho ou protetor no culto do negros bantos
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Este texto foi retirado do Livro Umbanda Brasileira – Um século de história do nosso irmão Diamantino Fernandes Trindade, até o momento o mesmo não pode ser encontrado em outra página da internet, pelo menos eu procurei no Google e não constatei nenhuma incidência do mesmo, então após a publicação deste todos poderão encontrá-lo a visto que somos referência para diversos Blogs ou Sites, mas rogo a todos que mencionem a fonte e de onde foi retirado, ou seja, do Livro Umbanda Brasileira – Um século de história do nosso irmão Diamantino Fernandes Trindade.

Infelizmente não temos a data do texto, mas lendo texto podemos afirmar ser um texto antigo e que o assunto não está desatualizado, infelizmente muitos que aparecem nos Programas de TV nada contribuem para com nossa Religião, dias atrás observamos um irmão em um Programa tentando balbuciar alguma coisa a respeito da Umbanda e que vergonha senti apenas ouvindo ele falar coisa com coisa, ao invés de trazer informação sobre a Umbanda, trouxe mais duvida ainda a respeito da mesma, pegam o primeiro na esquina que diz que é Pai no Santo e pronto, daí é um desastre total, e Áttila Nunes diz tudo em seu texto, esteja onde estiver receba meus cumprimentos e que Oxóssi ilumine sua Eternidade.

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Amados Irmãos,

abaixo uma singela homenagem ao nosso Irmão Matta e Silva e aos nossos Irmãos da Umbanda Esotérica, pois são Pontos Cantados que podemos considerar históricos cantados por W.W. Matta e Silva.

Espero que vocês gostem.

Houve um tempo em que a Umbanda não tinha líderes, faculdades, conselhos e apenas duas ou três federações que tentavam dar o mínimo de organização e consultoria jurídica aos terreiros filiados, mesmo porque houve, como se sabe, grande perseguição e repressão Estatal aos seus adeptos, assim como os do Candomblé.

Entre as décadas de 1950 – 1970, houve o que chamo, no que pese a perseguição policial, de “Época de Ouro” da Umbanda, onde a religião tinha milhares de adeptos, suas músicas eram ouvidas nas rádios e não raramente podiamos assistir nomes como W.W. da Matta e Silva, Tancredo da Silva Pnto, dentre outros, expondo suas opiniões e pontos de vista em colunas diárias (ou semanais) em jornais e revistas de grande circulação.
A extinta TV TUPI, muitas vezes apontou suas câmeras para as personalidade citadas, assim como sempre abria espaço em sua programação para Chico Xavier e outros baluarte espíritas, sendo que sempre tais programas eram acompanhados de grande audiência.

Na música, tivemos vários artistas, dos quais destaco Ronnie Von e Clara Nunes, que gravaram músicas inspiradas em canções de Terreiro, quando não eram os próprio pontos de Raiz que ganhavam novos arranjos.

No que pese algumas históricas contendas doutrinárias, em especial envolvendo Matta e Silva e Tancredo da Silva Pinto, que trocavam algumas “farpas” não somente através de seus artigos em jornais e revistas, mas também em seus livros, havia uma relativa paz entre os praticantes e ninguém se preocupava por demais com os ritos e doutrinas praticados neste ou naquele Terreiro.

FAIXA 1
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FAIXA 2
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FAIXA 3
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FAIXA 4
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FAIXA 5
http://sites.google.com/site/wwmatta/matta-e-silva/05Faixa5.mp3?attredirects=0&d=1

FAIXA 6
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FAIXA 7
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FAIXA 8
http://sites.google.com/site/wwmatta/matta-e-silva/08Faixa8.mp3?attredirects=0&d=1

FAIXA 9
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FAIXA 10
http://sites.google.com/site/wwmatta/matta-e-silva/11Faixa11.mp3?attredirects=0&d=1

FAIXA 11
http://sites.google.com/site/wwmatta/matta-e-silva/13Faixa13.mp3?attredirects=0&d=1

FAIXA 12
http://sites.google.com/site/wwmatta/matta-e-silva/14Faixa14.mp3?attredirects=0&d=1

FAIXA 13
http://sites.google.com/site/wwmatta/matta-e-silva/15Faixa15.mp3?attredirects=0&d=1

FAIXA 14
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FAIXA 15
http://sites.google.com/site/wwmatta/matta-e-silva/18Faixa18.mp3?attredirects=0&d=1

FAIXA 16
http://sites.google.com/site/wwmatta/matta-e-silva/20Faixa20.mp3?attredirects=0&d=1

FAIXA 17
http://sites.google.com/site/wwmatta/matta-e-silva/22Faixa22.mp3?attredirects=0&d=1

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