Arquivo da categoria ‘UMBANDA’

NOME DAS ENTIDADES – POMBOGIRAS/BOMBOGIRAS

Publicado: novembro 7, 2008 em UMBANDA

POMBAGIRAS OU BOMBOGIRAS

Pombagira Alteza
Pombagira Cigana ( existem vários nomes )
Pombagira Cigana das Sete Saias
Pombagira da Bahia
Pombagira da Estrada
Pombagira da Figueira
Pombagira da Figueira
Pombagira da Noite
Pombagira da Praia
Pombagira Dama da Noite
Pombagira das Almas
Pombagira das Rosas
Pombagira das Sete Calungas
Pombagira das Sete Encruzilhadas
Pombagira Di Lê
Pombagira do Cruzeiro
Pombagira do Lodo
Pombagira Dona Maceió
Pombagira Dona Sete Catacumbas
Pombagira Jarina
Pombagira Margarida
Pombagira Maria Bonita
Pombagira Maria Caveira
Pombagira Maria da Calunga
Pombagira Maria das Almas
Pombagira Maria do Bagaço
Pombagira Maria do Balaio
Pombagira Maria dos Trilhos
Pombagira Maria Farrapo
Pombagira Maria Mulambo
Pombagira Maria Navalha
Pombagira Maria Padilha
Pombagira Maria Padilha da Bahia
Pombagira Maria Padilha das Almas
Pombagira Maria Padilha do Cabaré
Pombagira Maria Padilha Menina
Pombagira Maria Quitéria
Pombagira Maria Rita
Pombagira Maria Teimosa
Pombagira Maria Toquinho
Pombagira Menina
Pombagira Mirongueira
Pombagira Mocinha
Pombagira Mulambinho
Pombagira Padilha Menina
Pombagira Quebra-Galho
Pombagira Rainha
Pombagira Rainha das Rainhas
Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas
Pombagira Rosa
Pombagira Rosa Caveira
Pombagira Rosa da Calunga
Pombagira Rosa da Calunga
Pombagira Rosa da Noite
Pombagira Rosa de Maio
Pombagira Rosa do Cais
Pombagira Rosa do Cruzeiro
Pombagira Rosa do Tabuleiro
Pombagira Rosa Faceira
Pombagira Rosa Menina
Pombagira Rosa Vermelha
Pombagira Rosa Vermelha da Praia
Pombagira Rosinha
Pombagira Sete Catacumbas
Pombagira Sete Caveiras
Pombagira Sete Estradas
Pombagira Sete Punhais
Pombagira Sete Rosas
Pombagira Sete Saias
Pombagira Sete Saias Rodadas do Cabaré
Pombagira Tata Mulambo

 

 

 

 

 

 



NOME DAS ENTIDADES – EXÚ

Publicado: novembro 7, 2008 em UMBANDA

EXÚS

Exú Aleijadinho
Exú Arranca Toco
Exú Asa Negra
Exú Brasinha
Exú Cacurucaia
Exú Calunga
Exú Canga
Exú Capa Preta
Exú Capa Preta das Sete Encruzilhadas
Exú Casamenteiro
Exú Catacumba
Exú Caveira
Exú Caveirinha
Exú Cheiroso
Exú Cigano
Exú Cobra
Exú Come-Fogo
Exú Corcunda
Exú das Matas
Exú das Pedreiras
Exú de Duas Cabeças
Exú Desmancha Tudo
Exú Destranca Rua
Exú do Cemitério
Exú do Lodo
Exú do Mar
Exú Facada
Exú Faísca
Exú Ganga
Exú Gato Preto
Exú Gira Mundo
Exú João Caveira
Exú José Caveira
Exú Kaminaloá
Exú Lalu
Exú Lalu Menino
Exú Limpa Tudo
Exú Malandrinho
Exú Mangueira
Exú Manguinho
Exú Marabá
Exú Maré
Exú Matança
Exú Meia Noite
Exú Menino
Exú Mirim
Exú Morcego
Exú Mulambo
Exú Omulu
Exú Pantera Negra
Exú Passaro Preto
Exú Pedra Preta
Exú Pemba
Exú Pimenta
Exú Pinga Fogo
Exú Pirata
Exú Porteira
Exú Quebra Galho
Exú Quebra Pedra
Exú Quebra Osso
Exú Queima Toco
Exú Rei
Exú Rei da Lira
Exú Rei das Sete Encruzilhadas
Exú Sete Almas
Exú Sete Brasas
Exú Sete Buracos
Exú Sete Capas
Exú Sete Catacumbas
Exú Sete Caveiras
Exú Sete Chaves
Exú Sete Covas
Exú Sete Cruzeiros
Exú Sete Cruzes
Exú Sete da Lira
Exú Sete de Male
Exú Sete Estradas
Exú Sete Facas
Exú Sete Garfos
Exú Sete Montanhas
Exú Sete Nós
Exú Sete Pedreiras
Exú Sete Pembas
Exú Sete Poeiras
Exú Sete Punhais
Exú Sete Sombras
Exú Sete Ventanias
Exú Tata Caveira
Exú Tira-Teima
Exú Tiriri
Exú Tiriri do Formigueiro
Exú Tiriri Menino
Exú Toco Preto
Exú Toquinho
Exú Tranca Gira
Exú Tranca Rua das Almas
Exú Tranca Ruas
Exú Tranca Ruas das Sete Encruzilhadas
Exú Tranca Ruas de Embaré
Exú Tranca Tudo
Exú Três Caveiras
Exú Tronqueira
Exú Urubu
Exú Veludinho
Exú Veludo
Exú Ventania
Exú Vira Mundo
Seu Camisa Preta
Seu Camisa Verde
Seu Marabô
Seu Risca Faísca
Seu Sete Encruzilhadas
Seu Teotônio
Seu Zé Pilintra
Tata Caveira

 

 

 

 

 



NOME DA ENTIDADES – CRIANÇAS

Publicado: novembro 7, 2008 em UMBANDA

CRIANÇAS

Aninha
Bernardete
Bibi
Caboclinho da Mata
Caboclinho do Mar
Calunguinha
Carlinhos da Praia
Chiquinha
Chiquinho
Clarinha
Conchinha
Crispim
Crispiniano
Déquinha
Doum
Estrelinha
Flechinha
Flor de Oxum
Gui
Huguinho
Joaninha
Joãozinho
Joãozinho da Praia
Joãozinho da Praia
Joãozinho do Riacho
Jorginho das Matas
Juninho
Juquinha
Jureminha da Praia
Juriti
Kiko
Laurinha
Lucinha
Luizinho
Lurdinha
Manézinho
Mariana
Mariazinha da Cachoeira
Mariazinha da Praia
Mariazinha das Sete Ondas
Marquinhos
Nininha
Pedrinha Dourada
Pedrinho da Mata
Pedro Marinheirinho
Peninha
Peralta
Princesinha
Rafinha
Ritinha da Praia
Robertinho
Rosa dos Ventos
Rosinha
Rosinha da Praia
Ruizinho
Ruth
Sandrinho
Téozinho
Terezinha
Tiaguinho
Tião
Tico
Tininha
Tiziu
Zeca
Zezinho

 

 

 

 

 



NOME DAS ENTIDADES – CABOCLOS

Publicado: novembro 7, 2008 em UMBANDA

CABOCLOS

( Caboclo ) Seu Braúna
Caboclo Águia Branca
Caboclo Akuan
Caboclo Aquinauã
Caboclo Araguari
Caboclo Arapuã
Caboclo Araribóia
Caboclo Araúna
Caboclo Areia Branca
Caboclo Arranca Toco
Caboclo Aymoré
Caboclo Barra Preta
Caboclo Beira-Mar
Caboclo Boiadeiro Sete Colinas
Caboclo Bugre
Caboclo Caçador
Caboclo Cachoeira Branca
Caboclo Caiçara
Caboclo Cariborá
Caboclo Carijó
Caboclo Cariri
Caboclo Chico Jibóia
Caboclo Cipó
Caboclo Cobra Coral
Caboclo Concha Dourada
Caboclo da Bandeira
Caboclo da Cachoeira
Caboclo da Campina
Caboclo da Lua
Caboclo da Manhã
Caboclo da Margem do Rio
Caboclo da Pedra
Caboclo da Rocha
Caboclo da Samambaia
Caboclo das Pedras
Caboclo das Sete Encruzilhadas
Caboclo do Fogo
Caboclo do Mar
Caboclo do Mucano
Caboclo do Pé da Serra
Caboclo do Vento
Caboclo Emboaba
Caboclo Estrela do Mar
Caboclo Estrela Guia
Caboclo Estrela Prateada
Caboclo Flecha Certeira
Caboclo Flecha Ligeira
Caboclo Flecheiro
Caboclo Folha Seca
Caboclo Folha Verde
Caboclo Gentil
Caboclo Gira Mundo
Caboclo Girassol
Caboclo Guajajara
Caboclo Guaracy
Caboclo Guarani
Caboclo Itambé
Caboclo Jacurundá
Caboclo Jatobá
Caboclo Jibóia
Caboclo Junco Verde
Caboclo Jupê
Caboclo Jurupari
Caboclo Kauan
Caboclo Latan
Caboclo Lírio
Caboclo Lírio Branco
Caboclo Lírio Verde
Caboclo Lua Branca
Caboclo Luar da Mata
Caboclo Marinheiro
Caboclo Mata Verde
Caboclo Mata Virgem
Caboclo Monte Azul
Caboclo Morubixaba
Caboclo Nuvem Branca
Caboclo Olho de Águia
Caboclo Orié
Caboclo Pedra Azul
Caboclo Pedra Branca
Caboclo Pedra Negra
Caboclo Pedra Preta
Caboclo Pedra Roxa
Caboclo Pena Azul
Caboclo Pena Branca
Caboclo Pena Dourada
Caboclo Pena Verde
Caboclo Pena Vermelha
Caboclo Pery
Caboclo Piraí
Caboclo Quenquelê
Caboclo Rei da Mata
Caboclo Ritumba
Caboclo Rompe Mato
Caboclo Rompe Nuvem
Caboclo Roxo
Caboclo Samambaia
Caboclo Serra Grande
Caboclo Serra Negra
Caboclo Sete Bandeiras
Caboclo Sete Cachoeiras
Caboclo Sete Espadas
Caboclo Sete Estrelas
Caboclo Sete Estrelas do Mar
Caboclo Sete Flechas
Caboclo Sete Flechas de Ouro
Caboclo Sete Folhas
Caboclo Sete Lagoas
Caboclo Sete Lanças
Caboclo Sete Luas
Caboclo Sete Matas
Caboclo Sete Montanhas
Caboclo Sete Ondas
Caboclo Sete Pedreiras
Caboclo Sete Penas
Caboclo Sete Ponteiras do Mar
Caboclo Sete Ventanias
Caboclo Sete Vulcões
Caboclo Suarê
Caboclo Sucuri
Caboclo Sultão das Matas
Caboclo Surucutinga
Caboclo Tamandaré
Caboclo Tapuia
Caboclo Terra Roxa
Caboclo Tibiriçá
Caboclo Treme-Terra
Caboclo Tronco do Ipê
Caboclo Tucuarê-Peti
Caboclo Tucumã
Caboclo Tucuruvú
Caboclo Tunga na Kalunga
Caboclo Tupã
Caboclo Tupaibá
Caboclo Tupi
Caboclo Tupi-Mirim
Caboclo Tupinambá
Caboclo Tupinambaia
Caboclo Tupiniquim
Caboclo Tupyara
Caboclo Ubiraci
Caboclo Ubirajara
Caboclo Ubirajara Peito de Aço
Caboclo Urubatão da Guia
Caboclo Urucutum
Caboclo Urupuanã
Caboclo Ventania
Caboclo Vira Mundo
Seu Caçador

 

 



NOME DAS ENTIDADES – CABOCLAS

Publicado: novembro 7, 2008 em UMBANDA

CABOCLAS

Cabocla Bartira
Cabocla Caçadora
Cabocla da Cachoeira
Cabocla da Palha Verde
Cabocla Diloé
Cabocla do Mar
Cabocla do Rio
Cabocla Guacyara
Cabocla Guaraci
Cabocla Guerreira
Cabocla Iara
Cabocla Indaiá
Cabocla Indira
Cabocla Iracema
Cabocla Ita da Pedreira
Cabocla Itabuna
Cabocla Jaciara
Cabocla Jacira
Cabocla Jaguaraci
Cabocla Janaína
Cabocla Jandira
Cabocla Jundiara
Cabocla Jupiara
Cabocla Jupira
Cabocla Jupissiara
Cabocla Jurema
Cabocla Jurema da Cachoeira
Cabocla Jurema da Flecha Dourada
Cabocla Jurema da Praia
Cabocla Jurema das Águas
Cabocla Jureminha
Cabocla Jurupaíra
Cabocla Jussara
Cabocla Luará
Cabocla Marola do Mar
Cabocla Mata Virgem
Cabocla Muiraquitan
Cabocla Pena Vermelha
Cabocla Poti
Cabocla Sete Estrelas
Cabocla Sete Penas Vermelhas

 

 



OS VÉUS DA DOR…

Publicado: novembro 5, 2008 em UMBANDA
Tags:

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Oh! Senhor dos Mundos… Onde estás? Que não te ouço mais, desde aquele instante-luz – marco na eternidade de minha percepção consciente, dito como livre-arbítrio!

Instante maldito em que, usando de minha vontade, desci às terríveis regiões cósmicas da ignorância – do desconhecido!…

Onde estás?! Onde estás agora, Senhor?! Quando as chagas da dor, de sofrimento mil, vêm marcando como fogo esta minha alma, através de tantas e tantas encarnações e nesta se consubstanciaram na tremenda exigência desse testemunho de fogo.

Oh! Senhor das Vidas! Quão rígido é sentir-se os véus da dor abrir o íntimo da consciência e revelar em quadros retrospectivos a soma das ações contundentes, com as quais feri, da esquerda para a direita, a esses e aqueles!…

Oh! Senhor da Eternidade! Quão terrível é ver se rasgar os Véus da Dor, sentindo consciente interpenetrá-la, nas profundas razões – de causas e efeitos, geradoras dessas condições, já marcadas no ritmo da conseqüência…

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(mais…)

A POTÊNCIA CURADORA DO CANTO DOS CRISTAIS

Publicado: novembro 4, 2008 em UMBANDA
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cris.gifPaula Salotti
Energeticamente nos alimentamos de vibrações que, quando percebidas pela visão, chamamos de cores, e, pela audição, de sons. Existem diversos meios para produzirmos esses alimentos energéticos: nos trabalhos da cromoterapia com a aplicação das luzes coloridas, na visualização ou na audição de sons especiais. Mas dentro do campo energético, um meio rápido e eficaz de atingirmos o equilíbrio é através do trabalho com os cristais. Os cristais trabalham ativando e amplificando; por isso, sentimos que toda atividade feita com eles nos proporciona um resultado mais rápido. Eles podem e devem ser nossos companheiros em toda prática de cura ou meditação, e assim perceberemos que os estados que atingimos em uma meditação com cristais são absolutamente diferentes daqueles obtidos sem eles. Isso ocorre em trabalhos de cura, imposição de mãos e na aplicação da cromoterapia, onde aceleramos o efeito da atuação da cor ao utilizar uma ponta de cristal no bastão cromoterápico.

Hoje em dia, até os cientistas já consideram os cristais como “seres vivos”, visto que o que define um ser vivo é sua capacidade de interagir com o ambiente – e é exatamente o que todo cristal faz: absorve energia, armazena e devolve essa energia alterada. Cada vez mais os cristais se tornam ferramentas indispensáveis no processo da cura por meios alternativos.

Apenas o ato de olhar para um cristal já nos faz bem, nos deixa mais felizes. Mesmo os mais céticos não resistem ao encanto e beleza de uma pedra cristalina, sendo tocados e muitas vezes transformados pela sua magia, mesmo que a atração seja meramente visual. As sensações agradáveis que sentimos ao olhar para um cristal ocorrem devido à imagem de perfeição que temos a nossa frente! Os cristais possuem a estrutura molecular mais harmônica da natureza, e sentimos que ao contemplar um cristal estamos absorvendo esta idéia de perfeição, como se subjetivamente nos lembrássemos que estamos aqui para sermos perfeitos, felizes e iluminados.

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Este texto foi retirado da Comunidade Umbanda Sem Medo postado por C. Zeus

Tenho percorrido esferas longínquas desta seara, e bem da verdade, quando cá retorno, percebo que as coisas não mudam tanto, a evolução vagarosa na Terra se dá única e exclusivamente pela mente limitada que o ser encarnado possui, a limitação que é exprimida pela negação constante em aceitar o novo, pois tudo se renova constantemente no processo evolutivo natural.

Vejo ainda, muitos encarnados nos confundindo com ex-prostitutas, mulheres perversas ou até criminosas, muitos continuam a assimilar a entidade pomba gira como sendo a escoria do universo feminino.

O fato é que incomodamos ao trazer à tona não só a sensualidade, mas a força e magia que muita mulher esconde.

Durante anos, a mulher buscou independência e igualdade, e vem adquirindo, porém o conceito machista ainda abrange grande parte da sociedade.

Ainda vejo mulheres que se submetem às vontades de seus companheiros de modo a negarem a vontade interior latente, mulheres que se negam a derrubar conceitos pré-moldados e continuam a serem maltratadas ou simplesmente aquelas que aceitam a vida que possuem, com seus dissabores, por medo ou comodismo. Há também aquelas que descobriram seu poder interior e abusam deste.

Pomba Gira Rosa Caveira – pela Médium Pandora / Joyce Gorgoll


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A Magia das Velas e sua Utilização

Publicado: novembro 2, 2008 em UMBANDA

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A chama de fogo é um elemento utilizado desde os primórdios da Humanidade, basicamente em todas as religiões do mundo. Apenas algumas não a adotam. Na Antigüidade, eram utilizadas as piras, em remotos cultos às divindades do fogo. As velas chegaram como substituição às piras em cultos religiosos mais antigos.

Utilizadas magística ou religiosamente, as velas possuem um forte poder energético e vibratório. Esse poder atua no espírito de quem estiver recebendo a sua irradiação.

Em seu uso religioso, as velas atuam consumindo energia do Prana ( o fluido universal, gerador de tudo quanto existe no Universo ), e também devolvem ao Cosmo a sua energia ígnea. É por meio da irradiação da chama da vela que se promove a troca de vibrações energéticas com seres espirituais que atuam em outras dimensões.

Nos templos religiosos, as velas acesas têm a função de consumir energias negativas que porventura ali estejam estacionadas, tanto quanto as formas – pensamento que ali são lançadas energeticamente pelas pessoas que os freqüentam. Também há a troca energética daquelas velas que são acesas em consagração às divindades. Esse fluxo energético possui a capacidade de irradiar – se pelo espaço do templo, levando a quem estiver presente seu fluxo de energização.

Em todo ritual ou oferenda às Divindades ou Guias e Protetores Espirituais, a utilização das velas é essencial, pois a energia de suas chamas realizará o intercambio energético necessário.

Na Umbanda, assim como em outros cultos religiosos, as velas são comumente utilizadas nos altares ( Congás ), Casa das Almas e Cruzeiros. Também são acesas em oferendas aos Orixás, Guias ou Protetores e em trabalhos magísticos, no intuito de quebrar demandas negativas.

A intenção de acender uma vela gera uma energia mental no cérebro. É essa energia que a Entidade irá captar em seu campo vibratório. Nem sempre a quantidade está relacionada diretamente à qualidade; a diferença estará na ge e na mentalização do médium. O que é preciso que fique claro, é que é inútil acreditar que se pode fazer seus pedidos a determinada Entidade negociando uma maior quantidade de velas. Os espíritos captam, em primeiro lugar, as vibrações de nossos sentimentos, acendendo velas ou não.

É aconselhável a todos, independente de serem médiuns ou não, que ao menos semanalmente acendam uma vela branca, ou de sete dias, para seu Anjo da Guarda. É uma forma de manter esse Espírito amigo próximo de nós. É interessante colocar também que, se desejar acender uma vela para um ente querido já desencarnado, que o faça em um cemitério ou igreja, o que é mais apropriado pois, ao mentalizarmos o desencarnado estaremos entrando em sintonia com o mesmo, o que faz com que este tenha acesso ao nosso ambiente, neste dimensão. Acendendo a vela em locais apropriados, que possuem suas equipes de socorristas e doutrinadores, estamos ajudando esse espírito na compreensão e aceitação de seu desencarne.

A utilização das velas é trabalhada como um ponto de convergência para que o Umbandista fixe sua atenção no ponto da chama podendo assim fazer seus pedidos e agradecimentos a Entidade ou Orixá a quem estiver dedicando a vela. O acender de uma vela significa reforçar a energia que liga o corpo ao nosso espírito imortal.

As velas também são conhecidas por candeias, e o dia consagrado às candeias é 02 de Fevereiro. Cabe aqui lembrar da Gesta da Candelária, quando homenageia – se Nossa Senhora das Candeias, que também é sincretizada com Iemanjá. Vários pontos de Umbanda falam sobre uma estrela que brilha no alto do mar.

As velas ou candeias são representações da luz das estrelas na Terra.

As chamas das velas sempre tiveram vários significados: A luz divina, a luz do conhecimento, que dissipa as trevas da ignorância, a luz que guia os desencarnados, o fogo purificador com o poder de consumir as energias negativas etc.

Há diferenças entre as velas que são acesas para o Anjo da Guarda, das que são acesas para os Orixás. As velas para Anjos da Guarda são invariavelmente de cor branca, podendo ser acesas no interior de nossas casas. Já as velas para Orixás devem ser acesas de acordo com as cores em que estes vibram. Somente acendemos no interior de nossas casas se possuirmos um altar com a representatividade deles, sejam imagens ou elementos naturais, como a pedra, de Xangô, o ferro de Ogum, a água de cachoeira de Oxum etc. Caso contrário, devem ser acesas nos campos vibratórios de cada um: Xangô na pedreira, Ogum em centro de encruzilhadas, Oxum em cachoeiras, rios ou lagos etc.

Na Umbanda, quando se acende vela para Orixá, ou é como oferenda, ou como obrigação, e por isso, tanto uma como outra só é bem feita quando obedecemos os rituais e normas do Sagrado, pois mesmo que tenhamos a melhor das intenções, ela não modificará o fato de que se fizermos uma oferenda ou obrigação de forma errada ou em local inapropriado, terá sido em vão.

Em nosso lar, além da vela de nosso Anjo da Guarda, uma vela direcionada ao Criador assume a função de “ ponto de luz irradiante individual e ambiental”, e não de “ ponto de luz atrativo “ ou “ ponto de luz emissor magnetizado “.

Ponto Irradiante Individual: Serve de ponte entre o ápice da Espiritualidade Superior para a pessoa que acende. A energia enviada do Astral Superior irradia na direção da Coroa de quem acendeu ou da Coroa para quem se acendeu.

Ponto Irradiante Ambiental: Serve também de ponte, só que a energia irradia na direção do ambiente. É o caso da vela acesa no topo do altar dos Templos.

Ponto Irradiante Atrativo: Obedecendo algumas regras magisticas, servem para a invocação.


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Fonte: Revista Espiritual de Umbanda

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Amados irmãos de Umbanda,

Eu e acredito que outros irmãos também já questionou o porque que Zélio de Moraes não publicou um livro sobre Umbanda ou ainda sobre suas Tendas, através da ajuda de irmãos da T.E.N.S.P. (Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade) eu fiquei sabendo que a Tenda tinha em seu quadro mediunico o Jornalista Leal de Souza, que logo depois torna-se dirigente de umas das sete Tendas fundadas pelo Caboclo das 7 Encruzilhas, Tenda Nossa Senhora da Conceição. Este autor conviveu muitos anos com Zélio de Moraes e com o Caboclo das 7 Encruzilhadas, no livro O Espiritismo, A Magia e as Sete Linhas de Umbanda, ele descreve como eram os cultos nas Tendas comandadas pelo Caboclo.

Trechos do Livro O Espiritismo, A Magia e as Sete Linhas de Umbanda – Leal de Souza – 1933

(…)

XXIV

AS TENDAS DO CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS

O Caboclo das Sete Encruzilhadas fundou e dirige quatro Tendas: – de Nossa Senhora da Piedade, a matriz, em Neves, subúrbio de Niterói encravado no município de São Gonçalo e as de N. S. da Conceição, São Pedro e de Nossa Senhora da Guia, na Capital Federal, além de outras no interior do Estado do Rio.

O processo de fundação dessas Tendas foi o seguinte: – O caboclo das Sete Encruzilhadas, que é vulgarmente denominado o “Chefe”, quer pelos seus auxiliares da terra, quer pelos do espaço, escolheu, para seu médium, o filho de um espírita, e, por intermédio dos dois agremiou os elementos necessário a constituição da Tenda de N. S. da Piedade.

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